ABRACE ESSA CAUSA!


Os efeitos da aids na vida de crianças e adolescentes brasileiros são devastadores. A doença afeta a saúde dessa população quando são infectados pelo HIV através da mãe e compromete sua estrutura familiar quando ficam órfãos em decorrência da aids.

O Adoção PositHIVa é um livro-reportagem que retrata a dificuldade que crianças e adolescentes abrigados em casas de apoio de Curitiba enfrentam na adoção por serem portadores do HIV. Alguns deles são órfãos, outros foram abandonados pela família. A adoção para eles representa a esperança de uma vida nova, a possibilidade de reconstruir ou construir uma família, onde serão amados e poderão conviver com o HIV de uma forma mais feliz.

Entretanto, adoções de crianças portadoras de HIV/aids são muito raras, as de adolescentes mais ainda. O Adoção PositHIVa apresenta-se como uma fonte de informação sobre adoção, aids e as possibilidades quando esse fatores se encontram. Além de informar, esse livro visa quebrar as barreiras que impedem uma ADOÇÃO POSITIVA!

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MAPA DA ADOÇÃO NO BRASIL


Adoções em 2015

Por etnia

Com irmãos 

Por sexo

 Por idade

Com deficiência

Fonte: Portal G1


Pílula antiaids começa a ser distribuída

O uso unificado da “pílula do dia seguinte” para aids começa a valer a partir de hoje. Com a publicação no Diário Oficial da União do novo protocolo de diretrizes terapêuticas, todas as pessoas que tiverem enfrentado uma situação de risco para o vírus HIV passam a ter acesso aos medicamentos antiaids em qualquer serviço especializado.
A profilaxia pós-exposição é indicada para todos que tiveram risco de contato com o vírus. Isso pode acontecer tanto em um acidente ocupacional quanto com vítimas de violência sexual ou pessoas que tiveram relação sexual desprotegida.
Para ter eficácia, porém, o tratamento precisa ter início no máximo até 72 horas após a exposição ao vírus. O objetivo da estratégia é facilitar o acesso e evitar a recusa de serviços em fornecer a terapia. “Antes da mudança, havia o entendimento incorreto de que um serviço especializado poderia atender apenas a um grupo determinado”, disse o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita.
Fonte: O Estado de S.Paulo

ONU aponta Brasil como referência mundial no controle da Aids

Documento mostra o importante papel brasileiro na história global de combate à epidemia e lembra que o País foi o primeiro a ofertar combinação do tratamento para HIV.
O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids) reconhece o Brasil como referência mundial no controle da epidemia. O documento, divulgado nesta terça-feira (14), destaca que o objetivo de chegar a 15 milhões de pessoas em tratamento para o HIV no mundo foi alcançado nove meses antes do prazo. O relatório aponta o importante papel do País na história global de combate à doença.
O relatório destaca que o Brasil foi o primeiro país a oferecer combinação do tratamento para HIV. Segundo o documento, ao fazer isso, o governo brasileiro desafiou as projeções do Banco Mundial de que haveria um aumento de novas infecções por HIV. Com a garantia do acesso universal ao tratamento do HIV, o Ministério da Saúde negociou com multinacionais farmacêuticas para garantir a continuidade do acesso aos medicamentos antirretrovirais aos brasileiros e, assim, conseguiu estruturar um programa forte de controle da epidemia. O novo relatório, com mais de 500 páginas, também revela que as metas para a aids estabelecidas como Objetivos do Milênio – de deter e reverter a propagação do HIV – foram alcançadas.
O diretor-executivo da Unaids, Michel Sidibé, destaca o papel do Brasil na redução dos preços dos antirretrovirais. “Quando Brasil e Tailândia começaram a fabricar antirretrovirais genéricos, realizaram algo muito inteligente: revelaram que as pílulas tinham custo de produção relativamente baixo. Isso mudou as reivindicações da indústria e abriu as portas para a Unaids começar a negociar com empresas, visando a redução dos preços dos medicamentos”, ressalta. Continue lendo
Fonte: Ministério da Saúde e Agência Brasil

OMS recomenda ao mundo medida praticada no Brasil desde 2013 contra a Aids

Novo protocolo da Organização Mundial da Saúde (OMS) vai recomendar o tratamento com antirretrovirais para todas as pessoas com HIV no mundo, assim que forem diagnosticadas, independentemente da carga viral. O Brasil se antecipou a essa recomendação e já adota o procedimento desde dezembro de 2013, quando foi lançado o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para adultos, cuja política é “Testar e Tratar”. O anúncio foi neste domingo (19), em Vancouver, Canadá, durante Congresso Internacional de Aids (IAS).
No anúncio, a OMS menciona o exemplo do Brasil, enfatizando que a adoção do novo protocolo melhorou a saúde das pessoas vivendo com HIV. O acesso precoce ao tratamento não só melhora a qualidade de vida das pessoas vivendo com HIV e aids, mas também reduz a transmissão do vírus.
Para o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, que participa do evento, a evidência mostra “que essa é, realmente, a direção que deve ser tomada por todo o mundo”. 
O secretário-executivo da Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS), Luiz Loures, destacou a importância da iniciativa da OMS, lembrando que a organização lidera globalmente a resposta à aids no setor de saúde com decisões baseadas em evidência científica.
O novo protocolo da OMS prevê, ainda, que a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) seja recomendada como uma opção de terapia adicional para todas as pessoas que integrem populações com risco substancial de serem infectadas pelo HIV (prevalência superior a 3%).

Guia sobre testagem

Na mesma sessão em que antecipou alguns pontos do protocolo de HIV, a OMS lançou seu novo guia sobre testagem de HIV. O novo guia estimula a capacitação de membros da comunidade para que possam aplicar o teste de aids e a testagem em organizações comunitárias que tenham acesso mais amplo às populações vulneráveis ao HIV. O Brasil adota as duas medidas no projeto Viva Melhor Sabendo.
Durante a sua participação no evento, Fábio Mesquita, apresentou, como experiência, o trabalho colaborativo entre o Ministério da Saúde, a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, o USCDC, o Unaids, o Grupo Dignidade e outros parceiros no projeto piloto "A Hora é Agora". O projeto promove o autoteste, focado na população jovem de homens que fazem sexo com homens, na cidade de Curitiba/PR.
O congresso é um dos maiores fóruns científicos no campo de HIV e aids de todo o mundo, e está sendo realizado no Canadá até 22 de julho.
Fonte: Ministério da Saúde

Novo exame de HIV com chip é mais barato e mais rápido que o laboratorial

Um teste de sangue portátil e barato feito com a ajuda de um chip é tão seguro quanto os exames laboratoriais caros para detectar o HIV, o vírus causador da Aids, afirma um estudo feito em Ruanda, na África, e publicado nesta semana na revista "Nature Medicine".

O teste, feito em um aparelho do tamanho de um cartão de crédito, também é capaz de detectar outras doenças infecciosas, como a sífilis.

Chamado de “mChip”, o exame derruba três barreiras para o teste de HIV em larga escala em países pobres: a dificuldade de acesso, os altos custos e a demorada espera por resultados.

Segundo o líder do estudo, a novidade permite que as pessoas sejam testadas em qualquer lugar – sem a necessidade de ir até uma clínica.

A expectativa é que o chip custe US$ 1 por unidade – bem mais barato que a alternativa laboratorial.

Fonte: G1 - da AFP

Chefe do Fundo Mundial contra a Aids faz apelo a países emergentes

O diretor do Fundo Mundial contra a Aids, a Tuberculose e a Malária pediu nesta quinta-feira aos países emergentes que contribuam mais com os 17 bilhões de dólares de fundos necessários para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (OMD) relativos a estas enfermidades.

"Num momento que, em termos de governança mundial, passamos do G8 ao G20, não deveriam participar também os países emergentes na solidariedade mundial?", perguntou o francês Michel Kazatchkine, durante uma entrevista coletiva.

Ele reconheceu que "China, Brasil e Índia devem continuar sendo beneficiários do Fundo", mas destacou que, ao mesmo tempo, estes três países deveriam ser contribuintes mais importantes.

Por essa razão, Kazatchkine se reuniu com representantes desses países, explicou, para pedir que aumentem sua participação no Fundo.

Afirmou que faltarão 17 bilhões de dólares (12,9 bilhões de euros) antes de três años para que o mundo cumpra total, ou quase totalmente, os objetivos fixados para a Aids, a tuberculose e a malária.

A Cúpula do Milênio em Nova York (20-22 setembro) permitirá avaliar os progressos conseguidos nos OMD e traçar o caminho a seguir.

Fonte:
AFP - Genebra

A aids na minha vida - depoimentos

Depoimento de pessoas com HIV/aids, parte do documentário "A História de Todos Nós", do Ministério da Saúde:

ONU alerta sobre custo de tratamento da aids no Brasil

O Programa das Nações Unidas para HIV e Aids (Unaids) fez no domingo (18) seu mais forte alerta na última década sobre a situação da doença no Brasil. No primeiro dia da Conferência Internacional de Combate à Aids, o diretor executivo da Unaids, Michel Sidibé, alertou que os custos do tratamento no Brasil voltaram a ficar elevados, ameaçando o acesso aos remédios e colocando em risco toda estratégia desenvolvida nos últimos anos. A política brasileira de combate à aids sempre foi apontada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como um exemplo a ser seguidos pelos países emergentes.

“O tratamento não é sustentável e os custos estão aumentando. Em alguns países, mesmo pessoas que receberam tratamento durante anos agora estão perdendo acesso. Estamos em uma encruzilhada se continuarmos com políticas sem qualquer coordenação”, declarou. Até o fim desta semana, 25 mil cientistas, ativistas e médicos debaterão em Viena formas para lidar com a doença que afeta 33 milhões de pessoas no mundo e já matou 25 milhões desde 1980.

Em nota, o departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde do Brasil, afirmou que “o País vem, gradualmente, negociando o preço dos medicamentos com grandes vitórias”. Segundo a pasta, o custo caiu consideravelmente e, por isso, o País oferece a melhor opção de tratamento aos pacientes. O ministério diz ainda que o preço de antirretrovirais no mundo é alto e que, por isso, o Brasil investe no licenciamento compulsório, na produção nacional de medicamentos e na negociação de preços.

Depoimento de Valéria Polizzi - autora do livro "Depois daquela viagem"

Uso de camisinha pelos brasileiros

Os indicadores relacionados ao uso de preservativos mostram que aproximadamente 38% da população sexualmente ativa usou preservativo na última relação sexual, independentemente da parceria. Este número chega a 57% quando se consideram apenas os jovens de 15 a 24 anos. O uso de preservativos na última relação sexual com parceiro eventual foi de 67%.
Pessoal, essas estatísticas são assustadoras!! Oriente seus filhos, amigos e cuide de você e de quem você ama: use camisinha!!

Dois anticorpos trazem nova esperança para vacina contra a Aids

Matéria publicada no Portal G1, cientistas descobriram dois poderosos anticorpos capazes de bloquear, em laboratório, a maioria das cepas conhecidas do vírus da inumodeficiência humana adquirida (HIV), abrindo potencialmente o caminho para uma vacina eficaz contra a Aids, segundo trabalhos publicados nesta quinta-feira, 08/07/10.

Mas estes dois antígenos, batizados de VRCO1 e VRCO2, parecem muito promissores, pois impedem a infecção de células humanas em mais de 90% das variedades do HIV em circulação, e com uma eficácia sem precedentes.

Leia matéria completa.

Histórias em quadrinhos informam jovens sobre aids, gravidez e homossexualidade

HQ ilustradas por desenhistas da Marvel Comics serão distribuídas em escolas públicas de todo o país
Uma linguagem visual e moderna para tratar de assuntos polêmicos como a aids e o preconceito contra quem vive com HIV/aids. Essa é a proposta de uma série de histórias em quadrinhos (HQ) de educação em sexualidade para estudantes do programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE). A publicação vai ser enviada para escolas públicas que fazem parte do programa.
As HQ do SPE abordam questões como adolescência, gênero, diversidade sexual, direitos sexuais e reprodutivos e viver e conviver com HIV/aids. Desenhistas renomados como o brasileiro Eddy Barrows, atual desenhista do Superman (DC Comics), ilustraram as revistinhas.
Um guia para utilização em sala de aula pelo professor e um CD-ROM complementar – com jogos, perfil dos ilustradores, wallpapers e idéias de aplicação do material em sala de aula – vão auxiliar nos debates. As HQ do SPE vão ajudar docentes e estudantes a refletir, aprender e criticar de forma divertida dilemas da juventude relacionados ao uso de álcool e outras drogas, além do enfrentamento de estigmas e preconceitos.

Fonte: Ministério da Saúde DST-AIDS

AIDS - Sintomas

De acordo com o Ministério da Saúde, a aids não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. Mas os sintomas iniciais geralmente são semelhantes e comuns a outras doenças. Os mais frequentes são gripe persistente, perda de peso, diminuição da força física, febre intermitente (a pessoa fica febril e melhora, e febril novamente com muita frequência), dores musculares, suores noturnos, diarreia.

Como muitas pessoas passam anos sem apresentar sintoma algum, FAÇA O TESTE sempre que passar por uma situação de risco. O indicado é esperar, pelo menos, um mês após essa possível exposição ao vírus. Esse é o tempo que o organismo leva para produzir anticorpos suficientes que possam ser detectados nos testes de laboratório.

A principal mensagem desse post é: use sempre camisinha e faça exame de sangue periodicamente. Cuide bem de você!  

Mãe por opção


Gostei muito dessa propaganda da Renner em homenagem ao Dia das Mães. Numa abordagem diferente, o vídeo retrata a realidade das mulheres que desejam ser mães, mas não conseguem engravidar. Muitos casais enfrentam longos e doloridos processos para vencer a infertilidade. Diante disso, a ADOÇÃO apresenta-se como a realização de ser pai e mãe e, principalmente de construir uma família junto a uma criança ou adolescente que está abrigado e querendo tanto ser filho de alguém.

Mães de coração falam da experiência da ADOÇÃO - Globo Comunidade

Cadastro Nacional de Adoção

O Cadastro Nacional de Adoção é uma ferramenta criada para auxiliar os juízes das varas da infância e da juventude na condução dos procedimentos de adoção. Lançado em 29 de abril de 2008, o CNA tem por objetivo agilizar os processos de adoção por meio do cruzamento de dados de crianças e pais interessados na adoção.
Para saber mais, acesse o site do CNJ: http://www.cnj.jus.br/.

Vitória: 1ª adoção de crianças por casal de mulheres

O Supremo Tribunal de Justiça aprova, pela primeira vez, que casal homossexual adote um filho. "Dano seria a não adoção." A frase (do ministro do STJ, João Otávio de Noronha) diz tudo. Clique no título desse post e assista à reportagem da Globo.

Lançamento do livro em Ago/2008

O lançamento do livro foi realizado com um BATE-PAPO no dia 21/08/08, nas Livrarias Curitiba do Shopping Estação, em Curitiba/PR. Na ocasião, alguns profissionais entrevistados no livro foram convidados para responder dúvidas do público presente. Além disso, deram depoimento sobre suas áreas de atuação. Estavam presentes o então Juiz da Vara de Adoção de Curitiba, Dr. Fabian Schweitzer; a Infectologista Pediatra do HC - UFPR, Dra. Cristina Cruz; a representante da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, Regina Bigheto e a Diretora da APAV - Associação Paranaense Alegria de Viver, Maria Rita Teixeira, que também é mãe adotiva de um menino portador do HIV.
O evento foi emocionante e produtivo. Espero que as pessoas presentes ainda carreguem consigo a mensagem do livro e defendam a ADOÇÃO POSITHIVA.

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV


É a transmissão do HIV de mãe para filho. Ocorre quando a criança é infectada durante a gestação, parto ou por meio da amamentação. Mas é possível evitar a contaminação do filho de mãe portadora do HIV através do diagnóstico precoce da gestante infectada, o uso de drogas anti-retrovirais, parto cesariano programado, a suspensão do aleitamento materno, substituindo-o por leite artificial (fórmula infantil). Durante o pré-natal, toda gestante tem o direito e deve realizar o teste HIV. Quanto mais precoce o diagnóstico da infecção pelo HIV na gestante, maiores são as chances de evitar a transmissão para o bebê. O tratamento é gratuito e está disponível no SUS - Sistema Único de Saúde.

Transmissão vertical em números



A taxa de transmissão vertical do HIV pode chegar a 20%, ou seja, a cada 100 crianças nascidas de mães infectadas, 20 podem tornar-se HIV+. Com ações de prevenção, no entanto, a transmissão pode reduzir-se para menos de 1%.No ano de 2004, estimou-se que cerca de 12.000 parturientes estavam infectadas pelo HIV+ no Brasil.Foram notificados ao Ministério da Saúde, de janeiro de 1983 a junho de 2006, 10.846 casos de aids em menores de 13 anos de idade devido à transmissão vertical. Este número vem reduzindo ano a ano com a adoção de medidas de prevenção.
Fonte: Ministério da Saúde

Como o HIV é transmitido?


Assim PEGA:
- sexo vaginal sem camisinha
- sexo anal sem camisinha
- sexo oral sem camisinha
- uso da mesma seringa ou agulha por mais de uma pessoa
- transfusão de sangue contaminado
- mãe infectada pode passar o HIV para o filho durante a gravidez, o parto e a amamentação
- Instrumentos que furam ou cortam, não esterilizados

Assim NÃO PEGA:
- sexo, desde que se use corretamente a camisinha
- masturbação a dois
- beijo no rosto ou na boca
- suor e lágrima
- picada de inseto
- aperto de mão ou abraço- talheres / copos
- assento de ônibus, piscina, banheiros, pelo ar
- doação de sangue- sabonete / toalha / lençóis

** USE SEMPRE CAMISINHA **

Adoção: o tema ganha mais um livro de Hália Pauliv de Souza

Desde 1996, Hália Pauliv de Souza promove voluntariamente o Curso de Reflexão para Pretendentes à Adoção junto a Vara de Adoção de Curitiba. O curso visa informar e preparar os candidatos pretendentes à adoção para receber seu(s) filho(s) de coração; através da reflexão e a tomada de decisão consciente.
Em setembro de 2006, durante a pesquisa para escrever o "Adoção PositHIVa", participei de um curso para os candidatos. Na ocasião, entrevistei alguns participantes e, inclusive a Hália. Ela é autora de diversos livros sobre adoção. Sua última obra chama-se "Adoção: exercício da fertilidade afetiva".
Mais informações no blog Adoção Consciente (http://adocaoconsciente.blogspot.com/)

Unicef adota programa paulista que livra bebês do HIV

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) vai adotar um programa desenvolvido em Sorocaba, no interior de São Paulo, para evitar a transmissão do vírus HIV de gestantes para seus bebês. De 2003 a 2007 o programa Transmissão Vertical Zero atendeu 28.188 mulheres grávidas e, destas, 54 eram portadoras do vírus quando deram à luz. Todos os bebês das gestantes contaminadas nasceram sem o vírus - foi o que chamou a atenção das Nações Unidas e levou a Unicef a escolher o programa.De acordo com as estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS), se as gestantes não tivessem recebido o tratamento adequado, pelo menos 16 bebês teriam sido contaminados e nasceriam com o vírus. O programa, desenvolvido há dez anos na cidade, foi indicado à Unicef pelo Ministério da Saúde e vai figurar entre as iniciativas voltadas à saúde da criança que deram certo em todo o mundo. A publicação deve ocorrer este mês.As gestantes inscritas nos 29 centros de saúde da cidade são submetidas ao teste de detecção do HIV durante o pré-natal. Os exames são feitos no primeiro e no terceiro trimestres da gravidez. Se o resultado for positivo, elas passam a receber atendimento especial. O tratamento inclui medicação durante toda a gravidez.Para evitar a contaminação durante o parto, as mães são submetidas à cesariana em maternidade de referência. A mãe e o bebê são medicados ainda na maternidade. A criança é alimentada com leite artificial, já que não pode ser amamentada pela mãe. Também recebe medicação preventiva via oral durante as seis primeiras semanas de vida. O recém-nascido continua sob acompanhamento médico durante 18 meses, prazo em que a presença do vírus ainda poderia ser detectada. Só então é considerado saudável.Na publicação da Unicef, será relatado o caso de Luciane Aparecida Conceição, a primeira criança brasileira a ser tratada com o coquetel anti-HIV, depois de ter sido contaminada durante o parto - a mãe contraíra o vírus numa transfusão de sangue. Luciane, hoje com 20 anos, engravidou no ano passado e foi incluída no programa. Em janeiro deste ano, deu à luz à menina Vitória e a criança nasceu completamente saudável.
Fonte: Agência Estado - 04/08/2008